Um novo ciberataque que aconteceu no dia 27/06/2017 está afetando sistemas de empresas de diversos países. Segundo o site "The Next Web", há confirmação da presença do ransomware conhecido como "Petya" na Rússia e na Ucrânia. A campanha maliciosa teria atingido aeroportos, bancos e outras instituições em países como Estados Unidos, Dinamarca e Espanha. 
No Brasil, a mesma campanha maliciosa teria atacado agências de publicidade.
As vítimas atingidas pelo ransomware ficam impedidas de acessar seus arquivos até que paguem o valor do resgate estabelecido pelos cibercriminosos. No caso do "Petya", a máquina exibe somente uma mensagem: "Se você vê este texto, seus arquivos não estão mais acessíveis porque eles foram criptografados. Talvez você esteja ocupado procurando uma forma de recuperar seus arquivos, mas não gaste seu tempo. Ninguém pode recuperar seus arquivos sem nosso serviços de descriptografia".
Em seguida, a mensagem afrima que se a vítima seguir as instruções, os arquivos serão liberados. A exigência é o pagamento de US$ 300 (cerca de R$ 994) em bitcoin para um endereço específico. Em seguida, é preciso enviar uma mensagem para o e-mail definido pelos cibercriminosos para confirmar o pagamento e digitar uma senha para desbloquear a máquina.
Entre as empresas que já confirmaram o ataque, estão a central nuclear de Chernobyl, na Ucrânia, e a gigante do petróleo russa Rosneft. Segundo o site ucraniano "Kromadske", a Agência Nacional responsável pela gestão da área contaminada pelo desastre nuclear em Chernobyl afirmou que seus sistemas internos "estão funcionando normalmente", No entanto, o sistema que controla o nível de radiação "está parcialmente fora de serviço".
Ainda na Ucrânia, o sistema de pagamento bancário da capital Kiev não está funcionando e os voos do aeroporto de Borispil estão registrando atrasos. Do lado russo da fronteira, os sistemas da Bashneft (do setor de petróleo), da Mars (alimentação) e da Nivea (cosméticos) também foram afetados. As autoridades de Moscou informaram que sistemas de informática da administração presidencial estão funcionando "regularmente".
O governo, porém, confirma que entidades sem ligação direta com a presidência registraram problemas. Segundo a empresa de segurança Group-IB, apesar de ser semelhante ao ransomware que atingiu mais de 150 países em maio, o "Petya" não é uma versão do "WannaCry". Segundo a agência de notícias "Reuters", o órgão de tecnologia da informação do governo da Suíca afirma que se trata de um vírus conhecido desde 2016.
Cibercriminosos já acumulam R$ 13 mil
Os cibercriminosos já conseguiram um retorno inicial com o ataque. De acordo com o site BitRef, que analisa as transações por meio de bitcoins, a conta informada para o pagamento do resgate já recebeu 17 pagamentos até o fechamento desta matéria. As transações acumulam cerca de 1,75 bitcoin, equivalente a R$ 13,2 mil.
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No Twitter, Mikko Hypponem, diretor de pesquisa da empresa de segurança digital F-Secure, compilou os tipos de arquivos que são bloqueados por conta do Petya. O ataque consegue tornar inacessíveis arquivos populares como PDF, DOC, PPT, XLS e ZIP, por exemplo.
 
Confira as dicas de segurança da AnSata para dificultar a ação dos cibercrimininosos na rede das Serventias. 
 
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Tem sido crescente o número de ataques de sequestro de dados (ransomware) mundialmente e no Brasil, os cartórios estão sendo alvos desses ataques. 
Para dificultar a ação de cibercriminosos e o sequestro dos dados é extremamente importante as Serventias adotarem medidas de segurança em sua infraestrutura.
Confira neste vídeo, algumas dicas essenciais de segurança que a AnSata recomenda.

 

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A Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-BR) disponibilizou a partir do dia 21/06/2017 o novo portal de acesso à Central de Informações do Registro Civil (CRC Nacional), que deverá ser acessada por todos os Cartórios vinculados ao sistema nacional do Registro Civil para envio das informações de nascimentos, casamentos e óbitos.
O presidente da Arpen-BR, Arion Toledo Cavalheiro Júnior, destacou a importância da Central para o Registro Civil brasileiro. “A CRC é a nossa salvação, pois através dela que vamos conseguir fazer com que o Registro Civil sobreviva e temos a ideia de realmente transformá-la na base nacional”.
Fonte: Arpen-Brasil

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A Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil) lançou no dia 12/06 a Central de Sinal Público, base de dados que reunirá os sinais públicos de todos os Cartórios de Registro Civil do Brasil e que pretende, no futuro, ser depositária dos sinais públicos de autoridades apostilantes de todo o Brasil, como reitores e tradutores.
Com as assinaturas armazenadas na Central Nacional de Informações do Registro Civil (CRC Nacional), o trabalho dos cartórios no ato de apostilamento de documentos ficará mais fácil, uma vez que a base de dados poderá ser compartilhada por qualquer unidade participante do sistema, inclusive aquelas vinculadas às Centrais Estaduais.
Para o vice-presidente da Arpen-Brasil, Luis Carlos Vendramin Junior, “a ideia da Arpen-Brasil é construir um grande repositório de sinal público para que no momento das validações, consigamos verificar a assinatura e os cargos destas pessoas e instituições, ajudando assim oficiais do Brasil inteiro que não têm atribuições e acesso a outro meio para conseguir assinaturas de outros cartórios”, disse.
O acesso à Central de Sinal Público se dará por meio da CRC Nacional.
Fonte: Arpen-Brasil 

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A partir de agora usar o nome cartório indevidamente em sua razão social, marca ou nome fantasia no Estado do Paraná acarretará multa de até R$ 2.115,74 (22 UPF/PR) destinadas ao Fundo Especial de Defesa do Consumidor do Estado. A determinação consta da Lei Nº 18.994/2017, aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado e sancionada pelo governador Beto Richa que proíbe a utilização dos nomes cartório ou cartório extrajudicial por pessoas físicas ou jurídica de direito privado.
O projeto de Lei foi proposto pelo deputado Wilmar Reichembach, uma vez várias empresas que oferecem serviços de despachantes utilizavam o nome cartório para oferecer seus serviços à população, com preços mais caros do que os cobrados pelos cartórios extrajudiciais – serviços públicos delegados a particulares por meio de concurso público de acordo com a Constituição Federal.
“Comprei esta briga porque achei justo estabelecer este esclarecimento à sociedade, determinando o que é ou não cartório. Com esta Lei quem vai ganhar é o cidadão, pois agora ele não ficará mais em dúvida sobre o que é de fato um cartório ou o que é um despachante, que cobra muito mais caro por uma atividade que é exclusiva dos cartórios”, disse o parlamentar. 
O projeto teve amplo apoio do Instituto do Registro Civil das Pessoas Naturais do Estado do Paraná (Irpen-PR), entidade que representa os Cartórios de Registro Civil do Estado do Paraná. Para o presidente do Irpen/PR, Arion Toledo Cavalheiro Júnior, esta determinação é um grande benefício para a população, que economizará gastos desnecessários. 
“Graças a esta brilhante iniciativa do deputado Wilmar, a partir de agora não haverá mais o “atravessador”, aquele serviço de despachante que cobra mais caro das pessoas para fazer o mesmo serviço do cartório, que hoje já estão informatizados e prestando um bom serviço à comunidade, inclusive com a solicitação de certidões pela internet através da internet”, explica Arion. O cidadão também pode se dirigir a qualquer cartório paranaense e solicitar certidões de outros 14 Estados da Federação. 
Reichembach afirmou ainda que a lei deverá ter ampla repercussão na sociedade. “A Lei vai atingir seu objetivo, que é estabelecer o que de fato é o cartório, e isso vai dar ainda mais autonomia ao Irpen como instrumento fiscal da própria atividade, que poderá cobrar, de maneira mais incisiva, soluções e aprimoramento na prestação dos serviços”, finalizou.
 
Lei nº 18.994 
Artº 1 Proíbe a utilização dos termos “cartório” e “cartório extrajudicial” por pessoas físicas e jurídicas do direito privado:
I – em sua razão social, marca ou nome fantasia;
II – para o fim de descrever seus serviços, materiais de divulgação ou de publicidade, em meios físicos ou eletrônicos e digitais, de som ou imagem.
 
Artº 2 A inobservância ao disposto nesta lei sujeitará o infrator às seguintes sanções:
I – advertência por escrito, dirigida diretamente à pessoa física ou ao representante legal da pessoa jurídica infratora, partindo da autoridade competente;
II – multa no valor de 22 UPF/PR (vinte e duas Unidades Padrão Fiscal do Paraná) por infração, sendo cobrada em dobro em caso de reincidência.
 
Parágrafo único. Os valores arrecadados com as multas descritas serão revertidos ao Fundo Estadual de Defesa do Consumidor – FECON, instituído pela Lei nº 14.975, de 28 de dezembro de 2005
 
Artº 3 A fiscalização quanto ao cumprimento do disposto nesta Lei ficará a cargo do Departamento Estadual de Proteção e Defesa ao Consumidor – Procon/PR, vinculado à Secretaria da Justiça, Trabalho e Direitos Humanos.
 
Artº 4 Concede às pessoas referidas no caput do art.1º desta Lei o prazo de noventa dias para que possam melhor se adequar aos seus termos e determinações, contando de sua publicação no órgão oficial.
 
Fonte: Irpen-PR
 
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